
quiçá, uma ligeira ausência...
"E s t á s s e m p r e t ã o b o n i t a !"
D i g o - o v e z e s s e m c o n t a,
P e n s o n i s s o a t o d a a h o r a.
D e p o i s d e c a d a v i s i t a
E d a t r o c a d e s e n t i d o s
F i c a s s e m p r e t ã o b o n i t a
S e r e n a c o m o a a u r o r a
E m s u a v e s s u s t e n i d o s,
C o m o s e o s s o n s d a e s c r i t a
E m c o m p a s s o s r e p e t i d o s
T e f i z e s s e m a m i n h a e l e i t a,
D i s s e s s e m c o m o q u e m g r i t a
Q u e t u n ã o s ó é s p e r f e i t a
Co m o é s s e m p r e t ã o b o n i t a !

Haverá coisa melhor que misturar amigos com livros? Bom... até pode haver, mas olhem que fazer amigos, rever amigos, partilhar livros e leituras, tudo isto num ambiente de família, é muito bom mesmo!
Quem será o Senhor que se segue? Pelo menos uma coisa é certa: quem quiser ser Presidente da República deve começar por usar gravata vermelha!
O Meu Sofá Amarelo esteve ao fim da tarde de hoje na (apertadíssima) apresentação da candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República. O auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, foi pequeno para tanta comunicação social e para todos aqueles - conhecidos e anónimos - que quiseram apadrinhar a já chamada revolução na política em Portugal.
E para acabar, se alguém me quiser chamar burro, pois aí está a fotografia do burro e da minha negra imagem! Pronto, já percebi, estejam à vontade!
O Meu Sofá Amarelo esteve no lançamento da nova editora de Paulo Teixeira Pinto (PTP), a Babel. O Sofá e mais umas centenas de pessoas, muitas delas nomes grandes das letras e das artes em Portugal, quase uma reedição do lançamento de um livro de poesia de PTP há um ano e pouco e onde o Sofá Amarelo também esteve, nessa altura misturado com o Rei, com Abrunhosa (sem cair no palco), Mário Crespo (antes da polémica), Margarida Rebelo Pinto...
Ao som das titubeantes palavras de Mário Crespo, então na única estação de TV da altura - a RTP - o regime sul-africana libertava Nelson Mandela - depois de 27 anos de cativeiro - e o Mundo mudava nesse dia!

Nas aulas que tive de Antropologia aprendi a respeitar e a não criticar as diferentes culturas e religiões. Afinal, o ser humano não tem o mesmo comportamento, nem ao longo da história, nem nos diferentes locais do planeta. No entanto, há uma coisa que roça o absurdo, enaltece a estupidez e eu iria até ao ponto de a apelidar de crime... crime não só contra pessoas (mulheres, neste caso) como contra a Humanidade!
Óbidos vista da estrada onde foram encontrados

Rosa Lobato Faria fotografada por mim no lançamento de um livro de Mário Zambujal em 28 de Maio de 2008
Terminou a Exposição sobre a Amália no Museu da Electricidade, em Lisboa. Foi com certeza a Exposição que melhor esmiucei e que mais fotografei. Porque Amália não foi só uma fadista, foi talvez a personalidade portuguesa mais marcante do século XX. Não sei se a história me vai dar razão... Para mim Amália continua viva, bem viva... aliás, basta ver as duas fotos de baixo para perceber que ela está a posar para as pessoas que a estão a fotografar!