A Senhora da direita na foto de cima é Dadi Gulzar, indiana de 78 anos, praticante de Raja Yoga e directora da organização Brahma Kumaris e fotografei-a há uns dias na Aula Magna, em Lisboa, numa das suas raras aparições em público.
Rao Kyao esteve presente no evento com os seus instrumentos a condizer.
Nas fotos de baixo a comemoração dos 30 anos da Confederação Portuguesa do Yoga, em Almada, com actuação de alguns grupos de percussão, exercícios de Yoga e muito convívio. Repesquei estes temas que estavam em lista de espera para serem postados porque hoje me parece um excelente dia para... meditar! Meditemos pois! Não se deve dizer o que pensa na meditação mas aqui vão umas pistas: mega bytes de paz, giga bytes de saúde, coerência política, q.b., e já agora um pouco menos de calor, que isto de meditar mesmo com a ventoinha no máximo não chega!
Era para experimentar a Poção do Amor mas como parece que não resultou naqueles jovens... vou deixar para outra reencarnação!
As moelas e a sangria eram iguais às de agora...
e não é que já tinham inventado os palitos?
Fomos assaltados por almas do outro mundo mas tudo não passou de um susto... ir à Idade Média é uma experiência única, funciona como uma terapia, não dispenso de o fazer todos os anos por esta altura.
Ainda por cima, se bem me lembro, muitas das minhas reencarnações foram na Idade Média... aqui na foto ao lado a câmara medieval desfocou a imagem para os intervenientes não serem reconhecidos se forem parar ao facebook da época...
As mulheres medievais são... fogo! E algumas vêm logo com roupas de cabedal e com uns cornichos na cabeça ... e se calhar com um chicote debaixo das vestimentas!
Mas na Idade Média também há momentos de relax... veja-se a serenidade no rosto da massajada... só não percebi por que razão ela não quis trocar e-mails e sms comigo... esta malta da Idade Média é mesmo esquisita!
Se eu mandasse, mandava toda a gente de férias para o Algarve, e pagava-lhes as portagens e o gasóleo - sim, porque português que se preze tem um carro a gasóleo. Os que não quisessem ir para o Algarve, pagava-lhes as entradas para os festivais de Verão, e abria uma linha de crédito muito favorável para o consumo de cerveja - atenção, só se bebessem pela garrafa, parece que se tornou piroso beber pelo copo!!! - e para o consumo de... bem, outras coisas! Os que ainda não quisessem ir a estes sítios convidava-os para inaugurações de exposições gigantescas em Lisboa com comes e - especialmente - bebes à borla!
Se eu mandasse, faria uma linha de crédito acessível para que todos pudessem comprar motas e ir às concentrações de motards. Únicas exigências: não andarem a menos de 200 km/h (é uma vergonha andar a menos que isso!) e beber cerveja até cair para o lado.
E se eu mandasse a sério, abriria um Tarrafal - na Trafaria ou no Tramagal - para quem tivesse a ousadia e a desfaçatez de falar em trabalho. Aliás, aboliria a palavra 'trabalho' do dicionário e do Acordo Ortográfico. E obrigaria os sindicatos a mudar os slogans nas manifestações para: "Férias sim, trabalho não!"
Acesso norte à Ponte Vasco da Gama hoje às 18 horas numa foto feita pelo Sofá Amarelo quando ia a caminho de Lisboa: mais de metade do país ia em fila em direcção ao sul, poucos ficaram para trabalhar, mas que importa isso... desde que fique eu e quem me lê para trabalhar, já chega!
A princesa, cujas mãos estão no meu blog Gestualidades faz... 99 anos, se calhar 100, pelos testemunhos e pelos cálculos. É uma dádiva poder partilhar tanta sabedoria de vida, ir regularmente a Aviz, no Alentejo, é um (bom) ritual que não dispenso. Para fotografar as mãos sábias (aqui não segurando as minhas mãos, mas outras mãos também especiais!) e não só! E descobri também que ainda somos parentes... acho que em 5º ou 6º grau - a Maria é prima direita da minha avó materna, por isso é só fazer as contas!
(aqui em cima, a paisagem que não dispenso de ver sempre que vou a Aviz: faz-me lembrar que o horizonte tem sempre dois lados, o original e o reflexo, e é importante escolhermos o lado certo...)
... e depois da viagem que os meus avós decidiram fazer há uns anos, a tia Luísa - sendo a mais velha do clã - passou a ser um elo fundamental da família. Conversadora, genuína, com um humor muito próprio e cheia de histórias para contar, a presença da Tia Luísa não passa despercebida esteja onde estiver! Daqui um grande beijinho de Parabéns do Sofá Amarelo para ela!