sábado, 30 de abril de 2011

WORLD PRESS PHOTO - O MELHOR DA FOTOGRAFIA MUNDIAL EM LISBOA



No Museu da Electricidade, em Lisboa, foi inaugurada agora e fica até dia 22 de Maio a exposição da World Press Photo, uma mostra daquilo que melhor se faz a nível mundial em termos de fotografia.

(fotografia da esquerda da autoria de Play Time)




Paul Ruseler, comissário da exposição, fala sobre a fotografia vencedora, o retrato de uma afegã de 18 anos cuja cara foi desfigurada pelo marido por uma questão de honra (revoltemo-nos mas não esqueçamos que em Portugal também se passam coisas do género, muitas vezes não só desfigurações do corpo mas também da alma!)

Pessoas a olharem para uma fotografia ou por uma janela?
Descubram indo ver a exposição...
(fotografia da autoria de Play Time)


sexta-feira, 29 de abril de 2011

O MEU SOFÁ AMARELO FOI CONVIDADO PARA O CASAMENTO REAL MAS TEVE QUE DECLINAR O CONVITE...

... porque teve que ficar em Lisboa, já que hoje é o último dia para pagar o IMI - Imposto sobre Imóveis e o Imposto Único de Circulação, mais conhecido por selo do carro... neste momento difícil para Portugal, O Meu Sofá Amarelo não pode deixar de cumprir as suas obrigações para com o Estado a tempo e a horas, apesar de ficar sem almoçar durante uns dias!!!

E aqui para nós, não acham que a (agora) princesa Kate não podia ser uma portuguesa de Mirandela, de Macedo de Cavaleiros ou de Miranda do Douro, tão grandes são as semelhanças físicas com as transmontanas! Se calhar ela ainda é descendente de lusos... ou será que foi tudo uma questão de... transparências???

Aí no meio (não se vê mas está lá) há uma cadeira vaga,
que pertencia a' O Meu Sofá Amarelo!
Quem terá sido o energúmeno que ocupou o lugar?


domingo, 24 de abril de 2011

A MÚSICA PORTUGUESA E O 25 DE ABRIL


No fim do Festival RTP da Canção de 1974, José Carlos Ary dos Santos - que nesse ano não concorreu com qualquer canção - classificou o Festival de medíocre "onde só o Paulo se salvou". Algumas semanas depois deu-se o 25 de Abril e a canção vencedora "E depois do adeus" foi a senha que na rádio deu início à revolução.
A senha estava para ser "Venham mais cinco" de José Afonso, mas o facto de José Afonso ser praticamente desconhecido da maioria dos militares e de ser proibido de passar nas rádios, o que daria muito nas vistas, optou-se pela canção bem conhecida e que não levantaria suspeitas, interpretada pelo Paulo de Carvalho. E por razões estratégicas, os Emissores Associados de Lisboa (a última estação na sintonia da Onda Média) foram escolhidos em detrimento do Rádio Clube Português. Faltavam 5 para as 11 da noite do dia 24 quando se deu "início" ao 25 de Abril...
"Quis saber quem sou, o que faço aqui..." (que alguém na brincadeira uns anos mais tarde diria ser o hino da doença de Alzheimer) não é uma canção de intervenção e a letra de José Niza (com música de José Calvário) nem ficaria na história se não fosse a canção ter sido escolhida para senha de uma revolução. Aliás, o Festival desse ano foi um dos mais fracos de sempre (até essa altura), sobretudo pela ausência de Ary dos Santos, que, em anos anteriores tinha feito coisas como "Canção de Madrugar", "Desfolhada", "Cavalo à Solta" ou "Tourada" (vencedora no ano anterior), que ainda hoje são o melhor que se fez na música portuguesa.
Em 1974 a votação nas canções do Festival era feita por distritos (com direito a 20 votos) e por 9 individualidades (com direito a 10 votos cada), entre as quais Henrique Mendes, Luís Andrade, Melo Pereira, que ao atribuírem o máximo de votos à canção de Paulo de Carvalho, reforçaram a vitória de "E depois do adeus" (245 pontos), face ao grande favorito, "No dia em que o Rei fez anos", dos Green Windows de José Cid (144 pontos), seguido também a grande distância de outra canção dos Green Windows, "Imagens" (40 pontos), esta sim, com uma letra muito mais "forte" social e politicamente. Em 4º lugar o Duo Ouro Negro (28 pontos), no 5º lugar José Cid a solo com "A rosa que te dei", e as restantes canções quase sem expressão na votação, tendo mesmo um peso pesado, Artur Garcia, ficado com zero pontos. De destacar que uma das canções mais bonitas (para mim) da música portuguesa, "Canção Solidão", interpretada por Helena Isabel (sim, ela já andava nestas coisas em 1974) teve apenas 2 votos. De todas as canções deste Festival, e para além da vencedora por razões óbvias, só "A rosa que te dei" sobreviveu como ícone da música portuguesa. Tudo o resto caiu no esquecimento, como é "próprio" das editoras, das rádios e das televisões que temos.
E agora qual será o hino do próximo 25 de Abril?
A canção dos recibos verdes dos Deolinda ou
"Fazer o que ainda não foi feito" do Pedro Abrunhosa???
Bom 25 de Abril para todos. Aproveitem-no porque
para o ano poderemos não ter forças para o comemorar...

sábado, 23 de abril de 2011

SERÁ HOJE O DIA DO LIVRO? BOM, NÃO IMPORTA... DIA DO LIVRO É TODOS OS DIAS!

A abominável leitora das neves! :o)

Ando meio baralhado com o verdadeiro Dia do Livro, como em muitas outras coisas na minha vida: pensava que Dia do Livro tinha sido há uns dias, afinal parece que é hoje, a julgar pelo que li nos jornais! Tudo bem, para mim Dia do Livro é todos os dias e mais alguns, por isso tanto faz. E aqui ficam alguns apanhados de 'clandestinos' a lerem livros... onde já se viu tamanho desplante, ler em plena via pública!!!

Será o leitor um objecto raro? A julgar pelo interesse do fotógrafo, parece que sim! Mas ainda bem que o leitor está bem guardado pela gaivota, qual bico pronto a debicar (e a debitar) em quem quer que perturbe o leitor! :o)

A leitora e o pescador... a provar que literatura e pesca são compatíveis! E a famosa mulher da gabardina amarela... já lá diria o Jorge Palma! :o)

Fotografias d' O Meu Sofá Amarelo por ... aí!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

JÁ CHEGOU O KIKO, O MEU COELHO DE PÁSCOA...

... que logo fez amizade com o Tito, o meu afilhado felino...

"Como te chamas, meu amigo?",
perguntaram os dois ao mesmo tempo

Satisfeitas as curiosidades e como amigo
não empata amigo, cada um foi depois à sua vida!

DE ENTRE UMA MULTIDÃO ANÓNIMA...

... É BOM QUANDO ALGUÉM REPARA EM NÓS...

... E MAIS AINDA QUANDO ALGUÉM
ESTÁ COM UMA TAREFA MUITO IMPORTANTE!
(por poucos minutos não assisti hoje ao nascimento de um bezerrinho, e o pequenino com pouco tempo de vida lá cambaleava ainda sem saber qual a direcção correcta... com ciúmes e com mais experiência estava o irmão mais velho que grudou na mamãe e não largou!)