sábado, 14 de janeiro de 2012

CREPITA, CREPITA, CREPITA A LAREIRA...

Crepita, crepita,
Crepita a lareira,
E desenha os contornos
Da tua face bonita,
Que não precisa de adornos,
Tão só de carinho,
E desta maneira
Crepita, crepita
O fogo baixinho!

Crepita, crepita,
Crepita a lareira,
Soprando o fumo
Que sai em novelos,
Crepita, crepita
Que eu vou desfazê-los
E construir um sonho
Pois o meu desejo
É estar contigo,
Por isso crepita,
E se queres um beijo
Vem ficar comigo!

9 comentários:

Joana disse...

O som e o calor da lareira são muito românticos.

Beijinhos

Ana disse...

e como sabe bem:)
beijinhos

Luís Coelho disse...

Uma das coisas que muito me fascina é o fogo na lareira.

O calor que abraça a família e as formas de luz e de faíscas que se soltam tornando o fogo misterioso de sonhos e desejos...

elvira carvalho disse...

O calor da lareira aguçou-lhe o romantismo?
Gostei. Da imagem e do poema.
Um abraço e bom fim de semana

turbolenta disse...

A minha este ano tem crepitado o dia quase todo e até bem tarde.
Moro numa zona muito fria e húmida e sem ela não posso passar no Inverno

lino disse...

As lareiras fazem-me dores de cabeça mas agora saber-me-ia bem!
Abraço

AnaMar (pseudónimo) disse...

a letra duma canção?
belo o fogo que arde na lareira:-))

Rosa Carioca disse...

Calorzinho aconchegante!

Marta disse...

E viver todo esse desejo, com esse beijo desenhado no fogo da lareira...
Lindo...
Beijos e abraços
Marta