segunda-feira, 14 de novembro de 2011

BALADA DA CHUVA

À minha frente está o Tejo
mas eu nem sequer o vejo
é tanta a chuva que cai
em pingos grandes e frios
que esconde até os rios
e nos leva o horizonte
deixando apenas defronte
uma vidraça pingada
é tanta a chuva que cai
que o Sol até enviuva
e se voltasse Augusto Gil
faria uma nova balada
não de neve mas de chuva!


7 comentários:

Ana disse...

Parece que por aí foi muito pior do que aqui.
beijos

Marta disse...

E em pingos grandes e frio escreves um poema sobre um dia de temporal.....
Gostei...
Beijos e abraços
Marta

Joana disse...

Ontem aqui no Oeste foram pingos e pedras de gelo. Um verdadeiro "festival".

Beijinhos

Rosa Carioca disse...

"Bota" chuva nisso!

lino disse...

Pena é que faça tantos estragos!
Abraço

Sofá Amarelo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Filoxera disse...

Esta foto lembra-me uma que publiquei no Duas Lentes há dias.
Beijos.