terça-feira, 29 de novembro de 2011

PORMENORES DE EDUARDO BATARDA EM SERRALVES

Tinta da china e aguarela: anos 70!



Aprendiz de Batarda!


5 comentários:

Luís Coelho disse...

Agradeço esta visita guiada onde o tempo para em cada quadro e sonho inicia uma viagem sem limites

Filoxera disse...

Sempre conseguiste ir a Serralves...
Que bom!
Beijos.

Joana disse...

Gostei particularmente da aprendiz de batarda. :P

Beijinhos

lino disse...

Belos pormenores!
Abraço

tulipa disse...

POR AQUI...PORTO

Pelos meus lados fiz hoje um post, com mais de 1 ano de atraso, mas acho INTERESSANTE, vem espreitar:

Com uma área de 40 m2
e concebida em parceria com a Dustrimetal e a Corticeira Amorim, a peça assenta numa estrutura metálica, feita em módulo para facilitar a sua montagem no local, sendo depois totalmente revestida a cortiça pelo exterior e também no interior,
que ostenta um pavimento 100% ecológico.

"Optámos por utilizar a cortiça exatamente como ela é, no exterior, o que lhe permite uma grande integração na paisagem.

Para o interior, contrastando com a rudeza da casca, temos a subtileza e a doçura tátil da cortiça tratada.

As pessoas ao mexerem nas paredes poderão constatar que a temperatura é idêntica à temperatura do corpo humano", reforça ainda o arquiteto.

O grande objetivo de Miguel Arruda com a sua "Escultura habitável" é não só provocar sensações mas levantar questões onde se cruza a dialética da escultura e da arquitetura:

"Nos seus limites que não existem, antes pelo contrário - podem ser pontualmente exponencializados nesta ou naquela circunstância".

Jardim das Oliveiras no CCB tornou-se assim um território onde o visitante podia habitar a peça,
e como diz o arquiteto,
"experimentar uma quadridimensionalidade que projeta a apropriação da arte, a arte como lugar e o lugar como conceito de Escultura Habitável".