quinta-feira, 26 de novembro de 2009

JÁ CHEIRA A LAREIRA ACESA...

Crepita, crepita,
Crepita a lareira,
E desenha os contornos
Da tua face bonita,
Que não precisa de adornos,
Tão só de carinho,
E desta maneira
Crepita, crepita
O fogo baixinho!

Crepita, crepita,
Crepita a lareira,
Soprando o fumo
Que sai em novelos,
Crepita, crepita
Que eu vou desfazê-los
E construir um sonho
Pois o meu desejo
É estar contigo,
Por isso crepita,
Crepita, crepita,
E se quiseres um beijo
Vem já ter comigo!



13 comentários:

Carlos Albuquerque disse...

Crepita, crepita e vem ter comigo, leva o frio, dá-me o teu calor...
Bonito!
A minha ainda não crepita, mas a lenha já está ali, prontinha! Por enquanto tem bastado a bomba de calor do aparelho de ar condicionado. Um calor de que não gosto, é artificial demais!
Um grande abraço, poeta crepitante!
///
Só há pouco reparei que tinha um sofá amarelo nos meus seguidores. Meu caro Alexandre, ter-te ali é uma honra! Bem hajas!
Se não nos encontrarmos antes, um bom fim-de-semana. Um dia destes temos que falar do tal colega que tiveste no Expresso. Acho que sei de quem se trata.

Maria, Simplesmente disse...

O teu poema e a fotografia fizeram com que a minha imaginação voasse até à noite de Natal.
Gostei Alex.
Gosto de ver a dança do fogo. Absorve-me... prende-me, e fico a olhar como que hipnotisada.
Bj
Maria

Ana disse...

Olá!
Muito bonito!!
Aqui a lareira já se acende há algum tempo;)
Beijinhos

Mariazita disse...

Estou de passagem apenas para desejar um bom fim de semana.

Vou "viajar" no fim de semana, mas deixo programado um capítulo da Anita .
Assim continuarei na companhia de todos :)))

Quando regressar virei comentar.
Fica bem.

Beijinhos
Mariazita

Bichodeconta disse...

Aqui só crepita a lareira do coração..Não é própriamente o crepita como uma batata frita, mas lá que crepita, disso não duvidem. Lindo momento de poesia, feliz a pessoa chamada de tal forma , num dá-me o teu calor, deixa o frio..Posso fazer uma sugestão ? Olha que em tempos gelados, frente ao mar, num abraço onde o amor acontece, Um saco cama que protege. Bem Alez, estou eu aqui a ensinar o padre nosso ao vigário! Eheheheheheh. Beijocas, ai o que perco quando aondo arredio por uns tempos. Mas fera ferida, fica no mato..

Paula Raposo disse...

Tão bonito!!!
Beijinhos.

Maria João disse...

Tem um sabor a paz e a tranquilidade o cheirinho da lareira misturado com o som da lenha a crepitar. A minha acendeu-se pela primeira vez apenas há uns dias, mas de agora em diante é indispensável. Ás vezes não é pelo frio, mas pelo prazer que dá, ficar com o olhar perdido a acompanhar a chama que consome os cavacos e sentir o conforto da nossa casa.

Um beijinho

Maria Clarinda disse...

(...)Que eu vou desfazê-los
E construir o sonho
De estar contigo,
Por isso crepita,
Crepita, crepita,
Sai da lareira
E vem ter comigo!

A foto e o poema estão maravilhosos, e aconchegantes!
Jhs mil

Demóstenes disse...

Outras fogueiras aqui

Maria, Simplesmente disse...

O teu blogue faz um ano dia 29... o meu fez dois anos no dia 21-11-2009 e embora tenha feito um pequeno texto sobre isso, ninguém deu por isso.
Com estes dois anos e mais dois de outros blogues, um até anda perdido pela blogoesfera e só eu dou com ele sem conseguir entrar, há quatro anos que ando por aqui.
Foi tempo bem empregado para descarregar sentimentos e pouco mais que isso.

Qualquer dia tenho, talvez de desaparecer, como já tantas vezes tenho tentado... mas o vício pegou, vamos ver se me liberto.
Amanhã veremos...
Bom fim de semana.
Maria

impulsos disse...

Segui as pegadas do acaso que nos juntou por breves instantes numa conversa informal e por sinal bem interessante... neste final de tarde.
Ora aqui estou eu, sentada no teu sofá amarelo a consolar-me com este calorzinho que me chega com o crepitar da tua fogueira.

Beijo

Paulo Sempre disse...

O sofá e a fogueira é para os mais velhos. Risssssssssss

Lá chegarei.

Abraço

gimbras.nofuturo.com disse...

Tão bela e boa uma lareira a crepitar.