
sábado, 31 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
UM (AUTO) PRESENTE DE NATAL ESPECIAL

Nem sempre recebemos de presente aquilo que queremos, mas há algo que aprendemos com o passar do tempo: quando queremos determinado presente, o melhor é mesmo sermos nós próprios a ir buscá-lo... ou comprá-lo! É que se ficamos à espera dele o mais certo é nunca o obtermos!
Um disco de vinyl de 45 rotações e com 4 canções (na altura designado por EP) foi o primeiro disco de música inglesa que o meu pai me ofereceu no Natal ido no tempo! Nessa altura já o The Tony Jackson Group tinha desaparecido há uns anos atrás, tinha feito umas coisas parecidas com aquelas que os Beatles fizeram mas nunca chegou ao estrelato. Tony Jackson tinha sido o vocalista dos The Searchers, e acho que para lá voltou depois!
Ainda conservo o disco original, e tenho procurado por todo o lado a réplica em CD mas nunca encontrei, nem na Amazon.com. Até que há uns dias lembrei-me de dar outra olhada no mais importante site de vendas pela internet e... lá estava! O 'The best' do efémero Grupo! Um bocado carote, diga-se a verdade, mas tão depressa não vou mandar vir mais nada (estou a tentar auto-convencer-me!)
Na verdade o disco não é assim nada de especial, mas também não o ouvi todo: fui directo às 4 músicas que eu conhecia e que me acompanharam muitas vezes há uns anos atrás no gira-discos que o meu pai comprou para eu e a minha irmã estudarmos inglês por uns discos das Selecções do Readers Digest.
Uma das músicas é da autoria de Bob Dylan - 'He was a friend of mine' - mas só descobri que foi cantada numa interpretação ao vivo em 1962 pelo próprio Bob Dylan, e que pelos vistos nunca mais a voltou a cantar, embora já esteja no youtube.
O CD veio da Holanda via amazon.com e com a delicadeza do papelinho amarelo (que não era amarelo) a desejar manuscritamente 'enjoy the music'! E, pronto, isto tudo para concluir que quem quer... procura e manda vir!
sábado, 24 de dezembro de 2011
RETOQUEI OS TIJOLOS DO TELHADO...

Retoquei os tijolos do telhado
mandei vir o limpa-chaminés
pintei o interior de cinza prata
trouxe lenha de terras distantes
acendi um lume dourado
ensaiei a secreta serenata
salpiquei a lareira de diamantes
e pendurei fitas por todo o lado!
E mais: arranjei um sapatinho
que é mesmo do teu tamanho
e em frente à lareira acesa
ao som do crepitar baixinho
e do aroma a framboesa
um tapete vermelho estendi
sentei-me nele e fico à espera
que o Pai Natal te deixe aqui!
A DANÇA DO PERÚ DE NATAL

Era uma vez um peru que até tinha boa vida, se comparada com a vida de outros perus: a capoeira era enorme, tinha um tanque para beber água e tomar banho se quisesse, e por companhia tinha outros perus, galinhas, patos, fracas.
Mas com a aproximação do Natal o peru começou a ficar preocupado: outros animais da quinta tinham-lhe contado que os humanos tinham a mania de utilizar os perus nos jantares de Natal! E não como convidados! Mas sim fazendo parte da refeição, quer dizer, sendo mesmo eles o principal da refeição!!!
Mas aquele peru gostava de viver! Adorava o Sol, que mesmo no Inverno, brilhava sempre intensamente naquele espaço enorme de que ele e os seus amigos desfrutavam. Mas, o dia vinha chegando...
Foi então que ele pensou que tinha que inventar algo de diferente para que pudesse sobreviver e lembrou-se de começar a ensaiar uma espécie de dança: abria as asas - coisa que os perus raramente fazem - e pavoneava-se na ponta das patas, de tal maneira que os humanos começaram a reparar e ao longe na cerca de arame apontavam-lhe, não uma faca, mas uns objectos pequenos que disparavam uma luzinha de vez em quando. No fim batiam palmas!
E muitas vezes o peru vez a dança, que cada vez os passos lhe saiam melhor!
Mas só descansou quando um dia um dos humanos foi dentro da capoeira e disse em voz alta: 'meus amigos, a partir de agora nenhum de vocês fará parte de qualquer prato, apenas queremos a vossa companhia e um ovo de vez em quando. Um bom Natal para vocês!'.
E foi assim que o peru dançante se salvou a si e toda a bicharada da capoeira! Não tinham bolo-rei nem champanhe mas festejaram com a farta ração melhorada nesse dia!
(Peru fotografado na Quinta do Alcube,
algures entre Azeitão e Setúbal)
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
DEZEMBRO EM LISBOA EM DEZEMBRO
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
MELHOR QUE IR PARA OS CENTROS COMERCIAIS É DESCOBRIR OS PORMENORES DA CIDADE
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
LUA AZUL, LUA AZUL, EM TONS DE AZUL LUAR
Lua azul, Lua azul
que brilhas no lado norte
quem me dera, Lua azul
que me trouxesses a sorte
de me poder encantar
com o teu azul sereno
em mar de tranquilidade
onde o vento sopra ameno
em tons de azul luar,
Lua azul, Lua azul
se me quiseres encontrar
eu não estou no lado sul
e no leste muito menos
talvez a sobrevoar
tua iluminada face
desenhada a carvão
se me quiseres levar
pede ao vento que passe
e me leve sem hesitar
para outra dimensão!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
ARQUITECTO GONÇALO RIBEIRO TELLES, UM HOMEM NA CIDADE
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
ASSIMÉTRICAS SIMETRIAS... OU OLHARES POR INVENTAR!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
OUTRA VEZ, PORTO... E SERRALVES COM CERTEZA!
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
E QUE TAL INSTAURAR A PENA DE MORTE PARA CRIMES DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA?
O mais grave no que diz respeito à violência doméstica é o facto de ela ser cometida por pessoas (na sua grande maioria homens!) que deveriam ter respeito e pelo menos estimar quem com eles vive o dia-a-dia, não só a Mulher companheira, como os filhos também!
Nos primeiros 9 meses deste ano 23 Mulheres foram assassinadas pelos maridos / namorados / companheiros, muitas delas à frente dos filhos, geralmente menores. O ano passado o número de vítimas de morte de violência doméstica foi de 39 (39!!!), e pelos números deste ano as autoridades falam numa diminuição de 8%. HIPOCRISIA! Desde que haja uma Mulher vítima de violência doméstica em qualquer lado e em qualquer hora não pode ser motivo de números nem de estatísticas! Uma, basta uma! Mas, não: só em 9 meses deste ano houve cerca de 22 mil queixas por violência doméstica. Se levarmos em linha de conta que só 5% das vítimas se queixam, isso leva a que mais de 400 mil Mulheres já foram vítimas de algum tipo de violência doméstica até agora. Se contabilizarmos os tais 'companheiros' e os filhos isto pode abranger uma população de 1 milhão e meio de portugueses! E isto muito por baixo, com certeza!
Para mim não há desculpas nem atenuantes na violência doméstica, muito menos nos crimes de morte e menos ainda quando são cometidos à frente dos filhos! Tolerância zero para os autores de violência doméstica! E que tal mudar a legislação e instaurar uma pena de mortezita para os estupores violentos e criminosos?
Falar em pena de morte nos dias que correm pode ser entendido como anti-humanismo, como um regresso aos tempos das trevas, mas se calhar os familiares de vítimas indefesas seriam os primeiros a concordar com ela. É que a lei portuguesa ainda é muito benévola para com os homens, e os criminosos como muitas vezes praticam os actos sob o álcool, drogas ou ciúmes exacerbados, até se portam bem nas cadeias e ao fim de poucos anos estão em liberdade! Quem já não estará então em liberdade nem sequer com bater de coração serão aquelas que eles assassinaram!
NOTA (depois do 7 primeiros comentários): quem me conhece sabe que não advogo estas práticas, no entanto não achei outro título capaz de criar controvérsia e assim provocar algum confronto de ideias num tema tão actual! Obrigado pelas vossas opiniões!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
TODOS TEMOS DIREITO A RAIOS DE SOL PELO MENOS UMA VEZ POR ANO!!!
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
BALADA DA CHUVA
mas eu nem sequer o vejo
é tanta a chuva que cai
em pingos grandes e frios
que esconde até os rios
e nos leva o horizonte
deixando apenas defronte
uma vidraça pingada
é tanta a chuva que cai
que o Sol até enviuva
e se voltasse Augusto Gil
faria uma nova balada
não de neve mas de chuva!
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