domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sophia de Mello Breyner reuniu Anabela Mota Ribeiro e convidados na Bertrand do Chiado


"A sessão, pela mão sabedora de Carlos Mendes de Sousa
e Nuno Júdice, permitiu-nos navegar nas águas de Sophia.
Foi um prazer ouvi-los, ouvir a música, ver o azul."
Anabela Mota Ribeiro

Onde se fale de Sophia de Mello Breyner é sempre um bom sítio para se estar, melhor ainda quando se está no meio de livros e de pessoas que gostam e que sabem falar de livros e de quem os escreve...

... neste caso foram Anabela Mota Ribeiro, que moderou uma tertúlia onde participaram dois estudiosos de Sophia, Carlos Mendes de Sousa e Nuno Júdice. Foi numa iniciativa da Livraria Bertrand do Chiado e que se realiza nas primeiras quintas-feiras de cada mês.

A hora da partida soa quando
Escurece o jardim e o vento passa,
Estala o chão e as portas batem, quando
A noite cada nó em si deslaça.

A hora da partida soa quando
as árvores parecem inspiradas
Como se tudo nelas germinasse.

Soa quando no fundo dos espelhos
Me é estranha e longínqua a minha face
E de mim se desprende a minha vida.
(Sophia de Mello Breyner)


7 comentários:

Ana disse...

Olá!
É sempre bom ouvir falar sobre a Sophia!Gosto muito.
Bjs

Marta disse...

Assinala-se este mês o aniversário da morte de Sophia....
Adoro os poemas dela e escrevi mesmo um comentário a este poema...
Sempre bom falar de livros....
Beijos e abraços
Marta

lino disse...

Obrigado pela informação. Passo todos os dias ao lado da livraria e não vi qualquer anúncio, mas isso sou eu que ando sempre com pressa.
Abraço

Lia disse...

"Onde se fale de Sophia de Mello Breyner é sempre um bom sítio para se estar..."

Concordo!:0)

Beijinhos

Filoxera disse...

Deve ter sido um bom momento...
Beijos.

Pekenina disse...

Sou das poucas pessoas que conheço que não aprecia a poesia de Sophia. Enfim... Coisas :)

Mas é bom saber que se discute poesia. Haja cultura :)

Beijinho

Maria João disse...

Porque Sophia é uma companhia sempre presente para quem ama e sente...

"
Um dia, gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais.(...)"

Sophia de Mello Breyner


Um beijinho