quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

JOHN LENNON - A ÚLTIMA MALDIÇÃO!

O final da década de 70 foi terrível para alguns dos artistas que marcaram épocas e que ainda hoje - três décadas passadas - continuam a figurar como os mais importantes ícones musicais, e não só!
Elvis Presley morreu de ataque cardíaco em Agosto de 1977, Jacques Brel e Claude François, dois ídolos da música francesa (mas que nem sequer eram franceses), morreram em 1978, com o caricato de Claude François ter morrido com um choque eléctrico quando mudava uma lâmpada (Claude François é o autor de Comme d'habitude original de My Way, celebrizado por tantos cantores, entre os quais Frank Sinatra).
Em Agosto de 1980 Joe Dassin morreu aos 42 anos nas ilhas do Pacífico vítima de um ataque cardíaco. Ainda hoje é o artista dos que já morreram que continua a produzir mais royalties com a venda dos seus discos.
Finalmente, a 8 de Dezembro de 1980 John Lennon foi assassinado em plena rua, a lembrar os modos como são assassinados alguns políticos! Individualmente, John Lennon foi talvez o músico que mais influenciou a música moderna. Embora os Beatles não tivessem um líder definido, John Lennon foi o principal autor das letras do quarteto de Liverpool.
No dia em que passam 30 anos sobre a sua (estúpida) morte,
O Meu Sofá Amarelo deixa uma pequena homenagem a
John Lennon... Até sempre!!!

8 comentários:

Joana disse...

Grata pela informação. Já aprendi hoje. ;)

Concordo contigo quando dizes que "John Lennon foi talvez o músico que mais influenciou a música moderna".

Beijinhos

Graça disse...

Passaram 30 anos??? Como estou velha! Lembro-me tão bem.


Beijo de carinho, Alexandre.

Anónimo disse...

sentar no sofá e falar do obituário que descreveste foi o meu primeiro impulso... mas... bom... mas... depois, pensei melhor e vou falar apenas de um dos tantos que aqui nomeaste. Sim desse mesmo: do John Lennon. Sabes sofá, não sei se foi assim tão mau para ele morrer. digo isto e saltam-me uma montanha de argumentos para construir a tese de que até foi bom para ele queres ouvir? viveu o grande amor da vida dele até ao infinito (nunca acabou), depois viveu a musica dele também até ao infinito (também nunca chegou ao declinio), Era muito bonito e jovem e assim ficou até ao infinito. Não assistiu à guerra do Iraque , não teve de levar com esta crise ( que até já nos faz ter medo de acordar e não haver amanhã, :)e para terminar, como já aqui tenho dito, para mim existem seres humanos que nunca morrem, digamos que o J.Lennon produziu uma outra realidade,foi prolongado no espaço e no tempo de outra forma.
e tal como os que não podem morrer deve estar a cantar sentado numa nuvem (gosto desta ideia que tenho desde criança; as pessoas não morrem vão sentar-se nas nuvens (ele está a cantar por lá tenho a certeza e continua a mar a sua Yoko)

Play time

rosa-branca disse...

Ele partiu mas ficou. Há pessoas que são eternas. Linda homenagem. Beijos com carinho

myself disse...

Lembro esse dia como se fosse hoje... foi um choque por todos os motivos. Chocante a forma como foi "liquidado", resta-nos a sua memória, o seu legado.
Merecida homenagem,

Um abraço da Meg
(myself)

Lia disse...

Há pessoas que conseguem a eternidade .:0)


Um beijo cheio de sol*
(mesmo estando o sol escondido)

Justine disse...

Até sempre, John!
(apenas uma curiosidade:hoje um amigo mandou-me a letra da canção do Claude François "Comme d'habitude" - um poema terrível e extraordinário sobre o cansaço, tédio, desistência, tristeza...)
Abraço

lino disse...

Todos diferentes mas irmanados no génio musical.
Abraço